Resenha: Todas as Vidas de Um Coração feito por Vanessa do instagram @chocolatraliterária

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• ??????? • Todas as vidas de um coração – @escritora.katherinelaura – @editorasonhodelivro – 281 pags.| 5/5?+ ? #chocolatraliteraria
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➡️➡️➡️ O e-book está gratuito até dia 04/09 na Amazon
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? Neste lindo romance vamos conhecer Melinda e Willian. Melinda uma jovem focada na carreira, batalhou muito para estar no cargo que exerce. Largou a casa dos pais no interior, para correr atrás dos seus sonhos. É introvertida, metódica, sem amigos, sem namorado, se alimenta mal, vive exclusivamente para o trabalho, trancada em seu casulo, fechada para o mundo. Mas sonhos estranhos e confusos começam a atrapalhar sua vida, seu sono e seu trabalho. Ela passa a não conseguir dormir direito, pois toda noite ela é transportada para séculos, vidas e lugares diferentes e nos sonhos sempre tem um belo rapaz e uma bela moça muito “familiar” que se apaixonam, mas sempre que os sonhos terminam a moça perde seu grande amor de forma trágica e eles nunca podem ficar juntos. Sempre que acorda ela tem a sensação de que foi real, que viveu as cenas e com isto ela se apaixona pelo rapaz dos sonhos, que aparece em cada sonho com nomes e fisionomias diferentes
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? Melinda é movida pela lógica e não acredita muito em sonhos. Mas ela quer descobrir porque acorda tão atormentada, surtada na verdade e quer conseguir ter uma vida normal. Ela vai em busca de respostas, começa a fazer terapias e segue as pistas que são passadas através dos sonhos, mesmo não acreditando que possam ser reais. Ela vai em busca de pistas de seus antepassados, pois quer saber se tudo é lógica ou destino.
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? Sempre antes de ir para o trabalho ela passa em uma cafeteria para fazer seu pedido matinal e admirar um belo ruivo. Mas ela começa a ver este ruivo em tudo que é lugar e chega a pensar que é até perseguição. O nome do ruivo é Willian, um financista lindo e com uma bela covinha que se forma quando ele sorri. Sem querer ele derrama café em Mel, ele tenta pedir desculpas, mas Mel fica irredutível. Mas como o destino quer dar uma forcinha e unir os dois, não vai ser fácil para Melinda se livrar de Will tão fácil assim.

? Aos poucos, com muito charme, sabedoria e paciência Will consegue entrar na vida da anti- social Melinda e com isto ele começa a ajudá-la a desvendar os sonhos. Será que os sonhos de Melinda são suas vidas passadas? Será que Will fez parte de alguma delas?
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? Leiam e desvendem com Melinda o significado de tudo!
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? No meu ponto de vista é um romance nada clichê. Uma história fluida, bem escrita, emocionante, com personagens muito bem desenvolvidos, sem pontas soltas e o livro tem uma capa maravilhosa. Uma história que fala de anjos, de sentimentos e nos mostra que o amor consegue vencer barreiras e atravessar gerações, quando é puro e real. O final é simplesmente demais. Fiquei encantada.
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Bjus, Nêssa ♡⁣

Obs: Texto e imagem de autoria do @chocolatraliterária.

Entrevista para o jornal O Povo de Fortaleza

“Com reflexões sobre morte, sentimentos e traumas, livro “Um Coreano em Minha Vida” apresenta romance entre brasileira e sul-coreano. Publicação tem inspiração em doramas”

Assim inicia a matéria do Jornal O Povo, feita pelo jornalista Miguel Araújo. Abaixo há transcrição da entrevista publicada na edição impressa e online.

https://mais.opovo.com.br/jornal/vidaearte/2021/09/14/com-reflexoes-sobre-a-morte-livro-traz-amor-entre-brasileira-e-sul-coreano.html

Como seria introduzir em uma história choques entre mundos? Sim, no plural: o choque, por exemplo, entre duas culturas diferentes, e também o choque entre o mundo dos vivos e o dos mortos? No livro “Um Coreano em Minha Vida”, de Katherine Laura Leighton, as possibilidades não se encerram nesses aspectos, mas se destacam neles. A obra apresenta reflexões sobre a morte, novas roupagens para a necromancia e a figura do ceifador, lida com traumas e, em meio a todo esse cenário, consolida o romance entre uma brasileira e um sul-coreano. No enredo da obra, o leitor se depara com o cruzamento de histórias entre a jovem paulistana Elleanor e o sulcoreano Park Jae Young. Os dois têm peculiaridades que marcam suas vidas: para a brasileira, a capacidade de se comunicar com pessoas que já faleceram; quanto a Park Jae Young, são destaques perdas que sofreu mesmo com tão pouca idade. Soma-se a esse último fator a necessidade de se acostumar com uma cultura diferente da sua ao se mudar para o Brasil. Eles se conhecem ainda na infância, ela com 5 anos de idade e ele com 9. Rapidamente se tornam grandes amigos e, com o tempo, o casal desenvolve uma forte relação de amor. Entretanto, uma série de conflitos leva Park a voltar para sua terra natal. Enquanto a distância separa os protagonistas, Elleanor precisa aprender a lidar melhor com seus dons e, para isso, recebe a ajuda do ceifador Gael – aqui, porém, sem o imaginário tradicional que cerca sua simbologia: em vez de foice e roupas pretas, uma versão mais “humanizada”. A partir disso, Katherine Laura Leighton apresenta novas roupagens para “lendas comuns” da cultura sulcoreana, como histórias sobre fantasmas e a figura do Ceifador. A escrita da autora leva ao leitor outras visões sobre a morte e traz o reencontro entre os protagonistas após bastante tempo. Entretanto, muitas coisas mudaram desde então. O desejo de desenvolver essa história está diretamente relacionado ao interesse da escritora pela cultura sulcoreana. Essa imersão data de há pelo menos três anos, em 2018, quando Leighton começou a buscar produções de romance romântico em serviços de streaming. Como já havia assistido a muitos filmes e séries ocidentais, decidiu diversificar seu consumo e encontrou a série chinesa “Jardim de Meteoros”. Com isso, ramificou as obras até alcançar o universo dos doramas sul-coreanos, pelos quais ficou fascinada. A paixão de Katherine, aliás, não é isolada: uma pesquisa do Ministério da Cultura, Esportes e Turismo feita entre setembro e novembro de 2020 apontou que o Brasil é o terceiro lugar no mundo e o primeiro nas Américas onde houve maior aumento de audiência dos doramas coreanos. Katherine tem apreço pela escrita desde sua infância, mas essa rotina se profissionalizou após o nascimento de seu filho. O que começou com leitura de contos de fada e gibis se desenvolveu para o aprofundamento em histórias mais complexas. Para a autora, a escrita “era como um refúgio”, e o que não conseguia falar para ninguém era posto em seu diário por meio de suas palavras. “A primeira vez que eu escrevi um romance foi no auge da minha depressão. Para sair dela, precisei de algo além da terapia e da medicação. Foi com a escrita que eu consegui essa ajuda para sair da parte mais crítica”, relata. A autora buscou cursos de escrita criativa para desenvolver seus trabalhos. Além de “Um Coreano em Minha Vida”, Katherine Laura Leighton já publicou os livros “Todas as Vidas de Um Coração”, “Guardado em Mim” e “Há 12 Dias do Natal”. Os cursos foram importantes para que a Leighton investisse na técnica de escrita e na estruturação de suas obras, com grande destaque para o processo de pesquisas. Ao desenvolver o enredo da obra, Katherine Laura Leighton utilizou diferentes mecanismos para se aprofundar na cultura coreana. Além de pesquisas em sites especializados, ela fazia anotações ao assistir doramas para organizar detalhes observados nas produções. Assim, buscava pesquisar o que via de diferente para saber “se aquilo era realmente era diferente ou se era apenas um ponto de vista”. Diante disso, ela se deparou com um grande desafio: o de conseguir transmitir em sua obra as diferenças culturais de uma maneira que não gerasse “nenhum tipo de preconceito” ao abordar tradições coreanas. As pesquisas foram importantes também para a construção até dos diálogos entre os personagens. “Tem que ter um embasamento muito grande para conseguir passar essa realidade. Não adianta eu querer construir um personagem de outro país se não conseguir me aprofundar”, alerta. Foram várias as inspirações para a história de “Um Coreano em Minha Vida”. Katherine destaca “o respeito que os coreanos têm uns pelos outros” e a “mitologia” da região, como percepção sobre fantasmas. Outro aspecto que a escritora queria abordar no enredo era a sensação do “ser diferente” e que isso não é algo ruim. Diante disso, pôs na Elleanor, a protagonista, o “dom de ser uma bruxinha necromante”, visão mais presente no mundo ocidental. A necromancia envolve a comunicação com os mortos e muitas vezes “é vista como algo ruim”. Na história do livro, porém, a abordagem é outra, e o dom de Elleanor é utilizado para ajudar pessoas que já morreram a “entenderem que o que ficou para trás não está mais no poder delas e que elas precisam seguir seus caminhos”. “Uma criança de 5 anos de idade não consegue entender isso, e quando ela conhece o Park Jae Young ele a ajuda compreender seu dom, e daí se forma uma grande amizade”, enfatiza Leighton. Ela continua: “O ‘ser diferente’ é algo que eu retrato na história como uma coisa boa. Você pode usar o que tem de diferente como algo positivo para fazer o bem e para ajudar os outros. Não é porque você é diferente que você é ruim. Ser diferente também é bom”. Mesmo sem visualizar os “fantasmas” enxergados por sua amiga, Park Jae Young consegue transmitir pensamentos de sua cultura para Elleanor. “Ele explica de uma forma bem lúdica para ela, da maneira que ele entende e de como encara o que é um fantasma. Ela começa a entender que o que vê não é um amigo imaginário como seus pais diziam, mas alguém que precisa de ajuda”, afirma a autora Assim, Elleanor perde seu medo e passa a explicar aos “fantasmas” que eles não fazem mais parte desse mundo. A autora lembra das divergências culturais entre seus personagens e acrescenta: “Colocar essas diferenças é um pouco complicado, sim, mas quando você põe de uma forma em que um respeita o outro, dá tudo certo. Eu gosto da mistura, acho que esses opostos sempre dão muito certo, porque não são opostos que brigam, são opostos que se complementam”. Imerso em diferentes mensagens sobre relações entre culturas, o livro, para Katherine, pode apresentar também ao leitor outras lições: “A morte não precisa ser vista como algo totalmente ruim. Nós podemos guardar aquilo que foi bom e as lembranças e lições deixadas pelas pessoas. No livro, eu também tentei transmitir a mensagem de que você deve aproveitar o melhor de sua vida e não perder oportunidades. Às vezes, deixamos de falar e fazer algo pensando que teremos tempo, mas não sabemos, de fato, quanto tempo nos resta”. A autora acrescenta: “Eu acho que a maior lição de ‘Um Coreano em Minha Vida’ é a de você tentar realizar o que quer, dizer o que sente, conviver com quem ama e não ficar guardando isso apenas para si. Não é para deixar para fazer algo mais para frente. Temos que ir atrás daquilo que desejamos”

Resenha: Todas as Vidas de um Coração por @meu_romeu

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Resenha ?

Olá leitores, hoje trago a resenha do livro TODAS AS VIDAS DE UM CORAÇÃO, que eu recebi em parceria com a autora, Katherine Laura.

Melinda tem o costume de todos os dias ir até uma cafeteria em busca de comprar seu café da manhã.

Tudo caminhava em perfeita normalidade, até que um dia ela acaba cruzando com o lindo William.

A princípio ela é atraída pela beleza dele, só que algo estranho acaba acontecendo, pois após este primeiro encontro, todas as noites Melinda acaba sonhando com um amor que termina sempre de forma trágica.

A medida que ambos vão se conhecendo, Melinda terá que entender que nem sempre tudo tem uma lógica e que muitas das vezes coisas acontecem por causa do destino.

Será que ela está pronta para questionar o seu passado e suas crenças?

?Quando eu li a sinopse, eu fiquei super curiosa, porque percebi que o livro não se tratava somente de um romance, mas que tinha algumas mesclas de fantasia na história.

A medida que fui lendo, fui me apegando aos personagens e me sentindo tão conectada com eles, que eu queria sempre ler a próxima página em busca de respostas mais concretas.

A autora conseguiu fazer eu ficar completamente apaixonada pelos personagens.

A Melinda é alguém que só acredita em lógica, e o que a ciência poderia provar pra ela, mas a medida que o William entra na história, você vai vendo como as crenças dela acabam mudando.

Para mim que acredito muito em destino, esse livro foi uma grata surpresa.

Fiquei encantada com o romance dos dois, que pra mim foi crível, e me fez imaginar como seria um amor como o deles.

A história é bem fluída, marcando passado e presente de forma bem descrita, onde o leitor consegue discernir bem qual é qual.

Além dos personagens principais, eu gostei muito de como a autora conseguiu colocar um pouco de seres celestiais e deixar tudo de uma forma leve e emocionante.

Terminei o livro completamente encantada e apaixonada pela história.

Obs: Texto e imagem original Dani do instagram @meu_romeu

Dica de leitura: As cores da Vida – Kristin Hannah

Essa semana trago uma dica de Leitura: As cores da Vida da autora Kristin Hanna. Essa história foi meu primeiro contato com a autora. ⁣
Gostei da desenvoltura dela com a escrita, me permitiu sentir diversas emoções o que considero algo muito positivo. O enredo traz amor e conflito entre irmãs, segredos e perdão. Quem me acompanha sabe que sou apaixonada pelo tema amor e relacionamento familiar. O final não foi difícil de prever, mas eu não considero isso ruim, principalmente para esse tipo de enredo, se fosse um suspense, ou fantasia eu consideraria um ponto negativo ser previsível, mas aqui não. Recomendo essa leitura que é muito gostosa e nos faz refletir sobre família. ⁣

Sinopse: As irmãs Winona, Aurora e Vivi Ann perderam a mãe cedo e foram criadas por um pai frio e distante. Por isso, todo amor que elas conhecem vem do laço que criaram entre si. Embora tenham personalidades bastante diferentes, as três são inseparáveis.⁣

Winona, a mais velha e porto seguro das irmãs, nunca se sentiu em casa no rancho em que a família vive há gerações e sabe que não tem as qualidades que o pai valoriza. Mas, sendo a melhor advogada da região, está determinada a lhe provar seu valor.⁣

Aurora, a irmã do meio, é a pacificadora. Ela acalma as tensões familiares e se desdobra pela felicidade dos outros – ainda que esconda os próprios problemas.⁣

E Vivi Ann é a estrela entre as três. Linda e sonhadora, tem o coração generoso e indomável e é adorada por todos. Parece que nada dá errado em sua vida. Até que um forasteiro chega à cidade…⁣

Então tudo muda. De uma hora para outra, a lealdade que as irmãs sempre deram por certa é posta à prova. E quando segredos dolorosos são revelados e a cidade é abalada por um terrível crime, elas se veem em lados opostos da mesma verdade.⁣
Ja leu? Gostou? Se não leu ainda e gosta desse estilo de leitura, então coloque-o em sua lista. Bjs.⁣

Katherine Laura Leighton participa de conversa sobre depressão na rádio UmMix de Goias!

Dessa vez minha participação foi um pouco diferente, falamos sobre depressão e suicídio, em um debate promovido pela rádio Ummix de Goiás como forma de conscientização nesse setembro amarelo.

Para quem ainda não me conhece eu tenho depressão há tempos, graças a Deus não as fases mais críticas já passaram. E além da medicação, que hoje já não tomo mais, terapia com psicólogo a escrita também foi fundamental para que eu passasse por tudo isso e encontrasse uma “saída”.

Para ouvir é só clicar no link abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=qh6NckU_cks

Resenha: Um Coreano em Minha Vida feito pelo instagram @leitura.itinerante

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Resenha: Um Coreano em Minha Vida
(+14)
Autora: @autora.katherinelaura
Editora: @editoraarcadia
2021 – 433 páginas

Elleanor era uma criança diferente, via pessoas que os outros não viam, e por isso não tinha nenhum amigo.
Mas então seus pais resolvem mudar de casa e na nova vizinhança ela conhece os irmãos Jae Young e Wook, dois coreanos que vieram para o Brasil após a morte da mãe, e de imediato sente grande afinidade por Young, que a ajuda a entender essas visões q ela costuma ter e a enfrentar as pessoas perdidas e desconhecidas que aparecem pra ela.
Só que o destino separa os amigos ainda na infância, e após 23 anos Elle não esqueceu Jae e a promessa que ele quebrou de q voltaria para ela.
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Jae sempre amou Elle, primeiro como amigos e depois o sentimento se transformou em algo mais. Mas por lealdade deixou sua vontade em segundo plano em favor de outra pessoa q ele se sentia obrigado a colocar em primeiro lugar.
O que ele não esperava era ter que voltar ao Brasil depois de tantos anos. E agora ele não sabia se conseguiria continuar afastado da menina que ele nunca tirou da cabeça.
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?Um Coreano em Minha Vida é um Dorama escrito por uma autora nacional, que mistura elementos de romance, fantasia e sobrenatural. Além de apresentar um pouco a cultura Coreana aos leitores, se tornando um livro que a cada dia ganha mais destaques pelo país.
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?Elle é uma necromante, que na infância tinha muito medo e não sabia lidar com seu dom, mas cresceu e aprendeu a ajudar as almas perdidas a encontrar seu caminho.
Era uma menina quieta e dócil. Mas já adulta virou uma mulher determinada, forte e disposta a lutar pelo q quer.
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?Já Jae por ser filho mais velho sempre acreditou q a responsabilidade pela família era dele. E essa característica permaneceu na sua fase adulta, transformando o relacionamento dos dois em uma estrada de encontros e desencontros.
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?Wook, irmão de Jae tem um papel decisivo para a história, ele é capaz de despertar sentimentos intensos nos leitores, mas não posso dar detalhes sem soltar spoiler.
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?Se você gosta de Dorama, amigos de infância que se apaixonam, reencontros de amores e histórias que misturam fantasia e sobrenatural, essa tem que ser sua próxima leitura.

https://amzn.to/3ExXvxc


Resenha: Em um Suspiro feito pelo instagram @leitura.itinerante

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Resenha: Em Um Suspiro
Autora: @autora.katherinelaura
2021 – 62 páginas
(+14)

Nale é uma jovem chef de cozinha que sempre batalhou pra conquistar seus objetivos.
Em uma viagem a Itália para estudar conhece Guilherme, e é impossível não sentir uma forte conexão com o rapaz, que tem mais do que o gosto pela culinária em comum com a moça.
E daquele encontro digno de grandes romances nasceu um amor pra ser lembrado pela eternidade, e é natural como os dois passam a seguir o mesmo caminho.
Mas o destino tinha muito mais planejado para o casal, e através de uma doença silenciosa e devastadora Guilherme e Nale veem todo o futuro planejado ruir e a vida tomar um rumo desgovernado.
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?Pra quem já está acostumado com a escrita da Kate sabe que ela mistura elementos de drama, romance e espiritualidade nas suas histórias.
E Em um Suspiro não é diferente.
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?Abordando temas como enfermidade, perda, depressão, família, sentimento de impotência e superação a Kate conta uma história emocionante e triste, com a promessa de que a a felicidade vai muito além do ponto final que segue o FIM.
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?Está procurando uma leitura rápida que te arranque lágrimas mas te deixe com uma sensação de esperança, então não deixe de conhecer essa história. Em um pouco mais de uma hora você vai conhecer personagens que vão te mostrar que você não deve desistir nunca.

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Como ser mais Criativo

Há um ano aproximadamente eu escrevi um artigo sobre criatividade para uma revista empresarial, e revendo meus materiais resolvi aproveitar para publicar aqui algumas dicas para melhorar o processo criativo. Independente de qual área profissional pertence, todos nós temos que usar nossa mente para criar ou reinventar algo, ou até mesmo atualizar. Sem contar a pressão externa e que exercemos sobre nós mesmos sobre como ser mais criativo. No meu caso é requisito, afinal “crio, invento” histórias, mas essas dicas podem servir para produtos, serviços, métodos. Pequenas atitudes no nosso dia a dia que podem nos estimular. Então vamos começar?

Trace um objetivo ou encontre um motivo que te faça querer ser mais criativo, seja para ajudar alguém ou para crescer profissionalmente, isto te dará inspiração ou força para continuar no caminho da inovação.

Observe o mundo a sua volta, e questione-se sobre o que pode ser feito para melhorar o trabalho, a comunidade, sua vida e das pessoas a sua volta.

Escolha um tema ou assunto com a qual se identifique, tenha intimidade, ou esteja relacionado à sua área de atuação e pesquise sobre ele.

Mantenha-se atualizado, estude, busque conhecimento ele é a base para a criatividade, pode ser através da leitura de livros, revistas, artigos ou assistindo filmes, entrevistas, documentários, ouvir podcasts, enfim o que for de sua preferência. 

Divirta-se e saia da rotina, isto faz com que relaxe e consiga ver o mundo sob prismas diferentes. Isso possibilita que novas ideias surjam na sua mente. As minhas sempre aparecem quando estou no banho, dirigindo, assistindo algum filme, conversando com amigos, ou apenas observando as outras pessoas.

Anote suas ideias no momento em que elas surgem mesmo que pareçam absurdas ou um devaneio, pois nossa mente trabalha muito rápido e é provável que esqueça depois.

Releia suas anotações com frequência e tente dar vida as suas ideias, por mais que ela não funcione a principio. Experimente, teste e refaça quantas vezes forem necessárias.

Apresente sua ideia, aprenda com as críticas e não pense que uma critica negativa significa que você é ruim, algumas pessoas não vão gostar não porque você é ruim, apenas não gostam da ideia e pronto, mas terão outras que com certeza aprovarão. 

Espero que essas dicas te ajudem. Até mais.

Na midia: Jornal ” O Povo” de Fortaleza

Acervo pessoal

No dia 10 de agosto de 2021, a coluna Vida e Arte do jornal O Povo, publicou uma matéria sobre o consumo de produções asiáticas (os famosos e amados doramas) no Brasil. E eu fui citada nessa reportagem.

Trecho retirado da publicação:

Katherine Laura Leighton se rendeu aos doramas desde 2018 e é autora dos romances “Um Coreano em Minha Vida”, “Todas as Vidas de um Coração” e “Guardado em Mim”. A escritora revela o que chama atenção nos seriados. “O ‘cômico’ se faz presente em todos os gêneros dramáticos das produções coreanas, até mesmo em séries de ação, aventura e alguns suspenses. A doçura e a gentileza que, por aqui parecemos ter esquecido, são amplamente demonstrados nesse tipo de série, em especial nas coreanas. Gestos que conquistam, principalmente, o público feminino de todas as idades”, acredita. “Conteúdos leves e/ou cheios de magia são perfeitos para relaxar, além de nos transportarem para outro mundo bem longe da realidade pesada do nosso dia a dia”.

Então, vamos conferir essa publicação que está muito legal, na integra? É só clicar no link abaixo. Bjs e até a próxima.

https://www.opovo.com.br/vidaearte/2021/08/10/brasil-e-o-3-pais-do-mundo-que-mais-consumiu-doramas-na-pandemia.html

Brasil o fã nº1 dos Doramas nas Américas

Imagem drama O que houve com a secretaria Kim exibido pelo canal Viki

Em uma reportagem recente do jornal O Globo, foi publicada uma pesquisa realizada entre setembro e novembro de 2020 pela Fundação Coreana para Intercâmbio Cultural Internacional, que mostra o Brasil como o terceiro lugar onde houve maior aumento da audiência pelos doramas (dramatizações televisivas do leste asiático) coreanos, depois aparecem Emirados Árabes Unidos e Taiwan, ou seja, somos o primeiro país das Américas que mais consome produções televisivas de origem asiática.

Mas ao que se deve essa crescente no consumo desse tipo de conteúdo?

Em parte devido ao incentivo promovido pelo próprio governo coreano que identificou uma oportunidade de gerar riqueza, refiro-me aqui a produção de valor monetário para a sociedade inclusive como forma de emprego para muitas pessoas envolvidas nas atividades interligadas direta e indiretamente ao meio artístico, além de atrair turistas. As grandes empresas de entretenimento investem tempo e dinheiro no treinamento maciço de seus astros revelando talentos musicais altamente qualificados, podemos afirmar que estão muito próximos da perfeição. Novas histórias com enredos instigantes e efeitos dignos de Hollywood.

Será que apenas investimento é suficiente para conquistar um público tão grande assim? A meu ver outros fatores contribuem para o sucesso da Hallyu.

O acesso amplo a internet e os serviços de streaming que permitiram a globalização das produções cinematográficas, séries, e outros conteúdos televisivos, de diversas origens. Antes nos limitávamos aos conteúdos hollywoodianos e alguns europeus. Agora temos uma gama ilimitada e ao nosso alcance.

A diferença cultural que gera curiosidade sobre os aspectos mais opostos aos nossos e que também nos ensina e quebra paradigmas, acredito ser outro fator, afinal, podemos agregar o que é bom à nossas práticas.

O “cômico” que se faz presente em todos os gêneros dramáticos das produções coreanas, até mesmo em séries de ação, aventura e alguns suspenses.

A doçura e a gentileza que por aqui parecemos ter esquecido e são amplamente demonstrados nesse tipo de série, em especial nas coreanas. Gestos que conquistam, principalmente, o público feminino de todas as idades.

Outra informação da pesquisa citada na reportagem corrobora com a afirmação acima, quando menciona os três gêneros mais consumidos: comédia romântica, séries estreladas por idols (o termo se refere a membros de grupos K-pop) e fantasia. Revela que 85% do público é feminino.

É notório que esse público é o maior consumidor de romances independente do formato, o escritor Nicholas Sparks, é uma das provas mais famosas disso. Emplacando sucesso atrás de sucesso com seus livros e adaptações cinematográficas.

E convenhamos, conteúdos leves e/ou cheios de magia são perfeitos para relaxar, nos transportam para outro mundo bem longe da realidade pesada do nosso dia a dia. Algo que se torna necessidade em um mundo cheio de estresse e problemas dos quais muitas vezes não sabemos a melhor forma de lidar. Não podemos, nem devemos esquecê-los, contudo, permanecer o tempo todo imersos sob eles, não nos faz bem, alguns momentos de férias ou folga para recarregar nossas energias e assim poder voltar para nosso campo de batalha diária, são sempre bem-vindos, é isso o que esses conteúdos nos proporcionam.

Se você tem curiosidade, mas por receio ainda não deu uma chance a esses conteúdos, te convido a repensar e a conhecer. Há inúmeras opções disponíveis nos serviços de streaming como Netflix, Viki Rakuten, Kocowa e We TV. Com exceção da Netflix, todos os outros têm conteúdos gratuitos.

Então, pronto (a) para entrar no mundo dos doramas?

Fontes:

https://oglobo.globo.com/cultura/na-onda-do-pop-como-hallyu-fez-do-brasil-terceiro-maior-consumidor-de-dramas-na-pandemia-25098742?versao=amp

https://extra.globo.com/tv-e-lazer/k-pop/na-onda-do-pop-como-hallyu-fez-do-brasil-terceiro-maior-consumidor-de-dramas-na-pandemia-25100225.html